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terça-feira, 7 de junho de 2011

Sou Ronaldo

Hoje acontece a despedida do maior centroavante que vi jogar, o nome dele é Ronaldo, o Fenômeno. Lembro-me da Copa de 1994 quando eu então tinha apenas 9 anos e olhava aquele menino lá, no meio de Dunga, Romário e Bebeto, sorrindo o tempo todo sem ao menos ter jogado uma partida sequer. Lembro-me de ter ficado chocado com uma das imagens que jamais sairá da minha cabeça, a lesão sofrida por Ronaldo no dia 12 de abril de 2000 na partida contra o Lazio. No momento que vi o lance na televisão pensei que o craque não teria mais condições de retornar ao futebol, quem diria ao nível que estava acostumado a desenvolver. Mas para espanto da grande maioria, o retorno tinha data marcada e não podia ser mais especial, a Copa do Mundo de 2002. O Fenômeno não só retornou aos gramados como também atingiu novamente o seu nível máximo, dando as suas características arrancadas e fazendo o que melhor sabia fazer, gols. Terminou o certame campeão e artilheiro da competição.   
Quando ele foi contratado pelo Corinthians achei que aquela era a maior contratação do futebol brasileiro de todos os tempos, não pelos valores e salário envolvidos, e sim por se tratar de um jogador que poderia ser um exemplo para uma nova geração, um exemplo de superação que atingiu os maiores objetivos de uma carreira de atleta profissional.
Hoje posso afirmar, Ronaldo foi o maior camisa 9 que a seleção brasileira já teve. Hoje posso dizer que o Fenômeno é um dos meus maiores ídolos no futebol.

Hoje eu sei o porquê daquela risada moleque na seleção de 1994. Ele sabia que daquela camisa ninguém mais o tiraria, que aquele posto era seu até o término de sua vitoriosa carreira.

Um comentário:

  1. e hoje, ao menos por 15 minutos, vai dar pra curtir essa fera!!

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