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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

"Surpresas" Européias para temporada 2011/2012


A temporada européia está começando e já tenho meus escolhidos para “surpresas” da temporada. Preste atenção nos três times que apontarei abaixo, pois eles têm elenco para incomodar muitos gigantes na época que se inicia. São eles:

1-       Nápoles (Napoli) da Itália – O time italiano realizou um excelente campeonato italiano na última temporada, terminando o Calcio em 3° lugar. Seu elenco esta recheado de bons jogadores, nos quais podemos citar o goleiro italiano De Sanctis, os zagueiros Campagnaro (argentino) e Paolo Cannavarro, os laterais Zuniga (colombiano) e Maggio, os volantes Gargano (uruguaio) e Donadel, os meias Inler (suíço), Hamsik (eslovaco) e Santana (argentino),  e os excelentes atacantes Cavani e Lavezzi. O esquema habitual usado pelo técnico Walter Mazzarri é o 3-5-2. O time estará presente na fase de grupo da Champions.

2-       Málaga da Espanha – Após se salvar do rebaixamento do Campeonato Espanhol na última temporada, os novos donos do clube foram às compras e movimentaram o mercado europeu com contratações grandiosas em termos financeiros. O time comandado pelo técnico chileno Manuel Pellegrini conta no seu elenco com nomes como do zagueiro argentino Demichelis, o zagueiro holandês Mathijsen, o bom lateral espanhol Jesus Gamez, o excelente volante espanhol Ignácio Camacho, os velozes e habilidosos médios espanhóis Cazorla e Joaquim, o ótimo meio Toulalan, o volante italiano Maresca, o atacante argentino Bounanotte, o centroavante holandês Van Nistelrooy e o polivalente Julio Baptista. Tem tudo para ser uma boa surpresa em La Liga na temporada que se inicia, e certamente vai brigar por vaga nas competições européias.  

 3-    Manchester City da Inglaterra – O time de azul de Manchester entra realmente na briga por grandes títulos na temporada 2011/2012. O treinador italiano Roberto Mancini ganhou reforços pontuais para sua equipe. Nomes como Sergio Aguero e Gael Clichy se juntam aos excelentes Yaya Toure, Carlos Tevez, David Silva, Kolo Toure, Kompany, Kolarov, Barry, Lescott, Richards, Joe Hart, Dzeko e Mario Balotelli. E ainda pode pintar na equipe o ótimo meio-ofensivo Samir Nasri (Arsenal), que é esperado em Manchester para assinar contrato com os Citzens. Com o atual grupo, o Manchester City irá brigar pelo título da Premier League e para se classificar para as oitavas de final da Champions League.


segunda-feira, 18 de julho de 2011

Manchester United - Temporada 2011/2012


O atulal campeão inglês e vice europeu, começa a temporada 2011/2012 favorito como sempre para ambas as competições. Depois das aposentadorias do goleiro holandês Van de Sar, do lateral inglês Gary Neville e do meia Paul Scholes, o clube foi as compras e contratou o promissor zagueiro Phil Jones, o excelente winger Ashley Young e o jovem goleiro David de Gea. Com as novas contratações, o Manchester United renovou o seu elenco e manteve um excelente nível técnico para disputar todas as competições da temporada.
O esquema utilizado pelo manager Sir Alex Fergunson é o 4-4-1-1, com variação para o 4-4-2 tradicional britânico. No sistema tático preferido pelo treinador, o meio campo é composto sempre por um winger veloz e de condução de bola e outro com vocação armadora, que da ritmo a equipe. O espetacular Ronney trabalha como enganche, atrás do “centroavante” Chiacarito que utiliza a sua boa movimentação para dar mobilidade ao time. No meio central, encontramos o volante Carrick e o meia clássico Giggs, o primeiro mais defensivo  mas sempre ajudando ao ataque e o segundo contralando a posse de bola e realizando quase sempre o último passe. Na zaga encontramos, se não os melhores na posição, dois zagueiros que dão extrema confiança a equipe e torcida.

Time base: De Gea; Rafael, Ferdinand, Vidic e Evra; Nani, Carrick, Giggs e Park Ji-Sung; Ronney; Chicarito;

Opções: os zagueiros Jonny Evans, Smalling e Phil Jones; o lateral Fabio; os meias Anderson, Fletcher, Valencia, Ashley Young e Obertan; e os atacantes Owen, Berbatov e Wekbeck;

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Milan - Temporada 2011/2012

O Milan é o atual campeão italiano e tratou de reforçar seu time para a época que se aproxima. Contratou o zagueiro francês Mexés, o lateral-esquerdo nigeriano Taiwo, o atacante italiano Paloschi, o meia italiano El Shaarawi e o goleiro ítalo Amélia. Em compensação, perdeu um dos craques do time o italiano Pirlo que foi para a Juventus.
Com as contratações realizadas a equipe foi renovada e lutará novamente pelo título do Calcio e por vaga nas fases finais da Champions.
O esquema que o treinador usa habitualmente é o 4-4-2, com o meio-campo em losango, com alternações para os esquemas 4-2-3-1 e 4-3-3.

Time base: Abbiati; Zambrota, Nesta, Thiago Silva, Taiwo; Van Bommel, Gattuso, Seedorf, Cassano; Pato e Ibrahimovic;

Opções: Goleiro Amélia, zagueiro Mexés, meios Flamini, Boateng , El Shaarawi e Emanuelson, e atacantes Inzaghi, Paloschi e Robinho.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Rubinho e Williams, uma dupla que pode dar certo


A escuderia Williams na última semana anunciou que vai voltar a utilizar os motores Renault na temporada 2012. Com os motores franceses, a equipe inglesa ganhou quatros títulos mundial de pilotos e cinco de construtores na década de 90.
E pensando na mudança dos propulsores, o team já pensa na renovação do seu piloto mais experiente e conhecido no circo da F-1 como um dos melhores “desenvolvedores” de carros da categoria. Trata-se de Rubens Barrichello, o Rubinho, que aqui no Brasil não recebe o devido reconhecimento que merece, mas mundo a fora é celebrado como um dos pilotos mais técnicos da competição.
E aqui reside uma grande curiosidade, Rubinho é o piloto mais experiente da história da categoria com mais largadas atingidas, ou seja, com o maior número de corridas disputadas. Também detém o recorde de temporadas realizadas.
Assim, no Mundial de 2012 poderemos ver o ressurgimento da escuderia inglesa com a ajuda de um brasileiro que muitos sabem, ajudou a Ferrari a dar um carro extremamente competitivo ao multicampeão Schumacher.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Diferenciados

Alguns atletas nascem para as jogadas bonitas, as jogadas plásticas. Eles podem ficar 80 minutos sem tocar na bola, mas quando ela chega aos seus pés eles sabem exatamente o que fazer com a redonda. Eles podem ( e devem) ser os mais cobrados pela torcida, vaiados quando não apresentam o futebol que todos esperam, mas quando a bola sai do seu pé a torcida sabe que a jogada tem grande chance de terminar em gol ou em uma assistência para um companheiro. Ronaldinho Gaúcho foi até vaiado no jogo anterior pelo Flamengo, mas ontem na vitória sobre o Atlético-MG bastou não mais que 30 minutos de puro talento para que a torcida voltasse a reverenciar o craque. O mesmo ocorreu com D’Alessandro ontem na vitória do Inter sobre o Figueirense, que com um passe genial deixou o garoto Oscar na cara do gol e a torcida enlouquecida com sua técnica acima da média. Bons jogadores encontramos em todos os clubes, em todas as categorias de base. Mas jogadores diferenciados, aqueles que resolvem a partida e ganham a torcida em um lance são poucos. Lógico que devemos cobrar eles por suas atuações ruins, porém devemos exaltar a habilidade dessas jóias raras que habitam o mundo da bola.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Libertadores, garra e técnica!


Amanhã, quarta-feira dia 22 de junho de 2011, vamos conhecer o novo campeão da Libertadores. Dois times com estilos de jogo totalmente diferentes chegaram à decisão, o Santos com seu ataque habilidoso e o Penarol com seu contra-ataque de velocidade.
A equipe brasileira é naturalmente ofensiva, sempre buscando o gol adversário como última parada, como último destino. Já o time uruguaio joga no erro do inimigo, esperando um vacilo para puxar o contra-ataque em velocidade pelos lados do campo.
O Santos possui o jogador diferenciado, aquele que pode decidir a partida em apenas um lance, e se não bastasse ter um atleta acima da média o time de São Paulo tem dois, Neymar e Paulo Henrique Ganso. Na minha humilde opinião, vejo o Ganso sendo mais importante do que Neymar no jogo que se aproxima. Importante não significa o mesmo que decisivo. Ganso é o cérebro do meio campo, aquele já sabe a jogada mesmo antes de a bola chegar ao seu pé. É ele quem vai criar as jogadas para o Neymar ser o jogador decisivo da partida, ele quem vai dar as assistências e tirar o peso da criação dos ombros do camisa 11 santista.
Mas o Penarol tem um fator que é de extrema importância para uma decisão de Libertadores, a garra uruguaia, e isso pode pesar na hora H.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Sou Ronaldo

Hoje acontece a despedida do maior centroavante que vi jogar, o nome dele é Ronaldo, o Fenômeno. Lembro-me da Copa de 1994 quando eu então tinha apenas 9 anos e olhava aquele menino lá, no meio de Dunga, Romário e Bebeto, sorrindo o tempo todo sem ao menos ter jogado uma partida sequer. Lembro-me de ter ficado chocado com uma das imagens que jamais sairá da minha cabeça, a lesão sofrida por Ronaldo no dia 12 de abril de 2000 na partida contra o Lazio. No momento que vi o lance na televisão pensei que o craque não teria mais condições de retornar ao futebol, quem diria ao nível que estava acostumado a desenvolver. Mas para espanto da grande maioria, o retorno tinha data marcada e não podia ser mais especial, a Copa do Mundo de 2002. O Fenômeno não só retornou aos gramados como também atingiu novamente o seu nível máximo, dando as suas características arrancadas e fazendo o que melhor sabia fazer, gols. Terminou o certame campeão e artilheiro da competição.   
Quando ele foi contratado pelo Corinthians achei que aquela era a maior contratação do futebol brasileiro de todos os tempos, não pelos valores e salário envolvidos, e sim por se tratar de um jogador que poderia ser um exemplo para uma nova geração, um exemplo de superação que atingiu os maiores objetivos de uma carreira de atleta profissional.
Hoje posso afirmar, Ronaldo foi o maior camisa 9 que a seleção brasileira já teve. Hoje posso dizer que o Fenômeno é um dos meus maiores ídolos no futebol.

Hoje eu sei o porquê daquela risada moleque na seleção de 1994. Ele sabia que daquela camisa ninguém mais o tiraria, que aquele posto era seu até o término de sua vitoriosa carreira.